Setores de atendimento
Cada área tem sua fila — Suporte, RH, Comercial. O chamado tem um dono por vez e a passagem entre setores fica registrada.
O T-Desk nasceu da operação real da Track Services: um portal onde o cliente abre o chamado, a equipe atende dentro de setores, o tempo é medido por fila e a decisão que envolve custo acontece dentro do sistema — não no WhatsApp.
Aberto, em aberto, encerrado e hora extra no período escolhido, com a curva de abertura contra a de encerramento. É o gráfico que mostra quando a operação começou a acumular fila — e não só quantos chamados existiram.
A tela abre no setor de quem está olhando. Cada linha mostra status, motivo da pendência, setor atual e SLA — e a expansão traz a linha do tempo inteira, com aprovações e assinaturas no mesmo lugar.
Cada área tem sua fila — Suporte, RH, Comercial. O chamado tem um dono por vez e a passagem entre setores fica registrada.
O tempo é medido em horas úteis e quebrado por setor: dá para responder onde o prazo foi consumido, não só quanto.
Isolamento estrutural por empresa: o chamado interno de um cliente não é visível para ninguém de fora, nem para o operador.
Taxonomia com hierarquia e roteamento automático: a categoria escolhida define a fila que recebe.
Coleta de assinatura do interessado e do prestador, e exportação do chamado completo em PDF.
Do pedido à conclusão, com a bola sempre visível na mão de alguém — é o que diferencia um portal de chamados de uma caixa de entrada.
Escolhe o setor e a categoria; o roteamento manda para a fila certa automaticamente. Anexa contato e dados de acesso remoto quando o atendimento é remoto.
O chamado nasce aberto para o setor. Quem atende aquela fila assume — e a partir daí é dele a edição e o encaminhamento.
Comentários entram na linha do tempo com o status do momento. Cada mudança de fase fica na trilha, com autor e horário.
Competência diferente é outro setor, não outro status. O encaminhamento pede motivo e a trilha guarda a passagem — o tempo por fila sai daí.
A decisão acontece no portal, com motivo obrigatório na recusa. Recusar não fecha nada: devolve a bola para quem pediu recotar.
O chamado vai para Concluído e o solicitante recebe o pedido de confirmação.
Aprovação com assinatura fecha o chamado. Sem resposta, lembretes em horas úteis e fechamento automático — nada fica pendurado para sempre.
Provedores de TI que atendem várias empresas e precisam de isolamento entre elas
Times internos que querem service desk para RH, Comercial e Operações no mesmo portal
Gestores que precisam de SLA medido por setor, não por média geral
Operações que hoje decidem orçamento e hora extra por mensagem, sem histórico
Serve, e é o principal motivo do modelo de setores. RH, Comercial e Operações dentre outros setores internos abrem e atendem no mesmo portal, cada um na própria fila, com o catálogo de categorias que aquele setor usa.
A própria empresa! Existem dois catálogos: o de serviço, que a Track (como operadora do sistema) compõe e é comum a todos, e o interno da sua empresa, que a sua equipe cria e edita — com hierarquia e com o setor de destino embutido, de modo que a categoria escolhida na abertura já roteia o chamado para a fila certa.
Sim, em três níveis: o dashboard exporta em XLSX com os indicadores e as séries do período; a tabela de chamados exporta em CSV respeitando os filtros aplicados; e cada chamado exporta em PDF com a linha do tempo e as assinaturas coletadas. O dado é seu — não fica preso numa tela.
Cada chamado carrega a própria trilha, visível na expansão: mudança de status com autor e horário, passagem entre setores com o motivo do encaminhamento, reclassificação de categoria, aprovações com quem decidiu, e quem participou do caso. É o que sustenta o SLA por fila — sem trilha, o número seria estimativa. Nos bastidores há ainda um log de auditoria das requisições, hoje consultável por API.
A demonstração é feita com um cenário parecido com o seu — não com dado de vitrine.